terça-feira, 23 de julho de 2013

Fez casa no meu coração

Esses dias ele veio aqui em casa, olhou bem no fundo dos meus olhos e disse pela primeira vez que me amava.
Ele não trazia malas, não trazia flores, só trazia seu amor e vontades (das melhores).
Não pediu muita licença, pois já era de casa.
Fez casa nos meus lábios, fiz casa no seu peito, nos fizemos par perfeito.
Me mostrou que eu vivia errada, me fez felicidade.
Dançamos aos risos soltos e longos que cobriam o ar.
Nos deliciamos com nossos corpos não tão mais sérios do que nossas promessas.
Esses dias ele veio aqui em casa e disse pela primeira vez que me amava e fez casa em meu coração.

domingo, 21 de julho de 2013

Tão pouco eu seria sua

Se você não me marcasse tanto não estaria fazendo meu mundo girar, nem o pararia quando eu te abraçasse, muito menos congelaria o tempo quando eu te beijasse, e não tiraria o meu fôlego quando eu parasse de te beijar.
Se você não me marcasse tanto não faria do meu corpo todo teu, esse mesmo que eu sempre te entrego nas melhores transas, e eu não faria questão de dormir em seus braços ou em seu colo.
Tão pouco eu te amaria todos os dias, sem medo de me perder para ti… 

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Procura-se justiça!

O que quero da vida?
O que a vida quer de mim?
Aposto que ela se alimenta do meu sofrimento.
Até quando tudo parece ir bem, ela me traz sentimentos que eu deveria esquecer e mais uma vez estou no sofrimento vivendo.
Cadê a justiça, coração?

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Quero te ver outra vez

Todo mundo sempre me disse que não iríamos dar certo. Há quem diga que quando estivéssemos juntos eu iria viver te batendo por não te aguentar.
Quando chegamos ao fim, todo mundo falou para mim "eu te avisei, eu estava certo".
Mas e de nós dois, será que todos realmente entendiam?
Quem sabe esse não seja o nosso destino, nos separar agora, ter experiências com outras pessoas e lá na frente o destino mesmo se encarrega de nos juntar.
É uma história que não podemos prever o final e não podemos lutar para vê-lo agora, visto que acabamos.
E se todos estivessem certos, qual de nós dois era o errado? 
São tantas hipóteses no nosso caminho que o que nos resta é guardar nosso amor numa caixinha e quando nos encontrarmos em um outro futuro podermos abrir nossas caixas juntos. 

Um respingo de saudades

É estranho... Essa é a segunda vez e a oficial que eu acordo esse dia. 
A primeira foi para dizer "Adeus", agora eu acordo para sentir saudades.
Me sinto estranha e deslocada, falta algo em mim, falta você.
Mas como eu vou sobreviver agora?
Eu deveria seguir um conselho que ouvi há algum tempo: "Você já é completa sozinha, não precisa de ninguém para lhe completar.".
Então por qual motivo me sinto assim?
Eu posso ser realmente completa sozinha, mas mesmo assim você ajuda a deixar tudo mais gostoso, mais perfeito e isso me faz falta.
Para onde estou indo?
E como vamos levar esses intervalos de saudades?
E que sempre haja mais presença do que saudades, amém!

sábado, 13 de julho de 2013

Vamos nos casar no domingo?

E como se sentir quando o amor decide te visitar?
Ele que sempre esteve tão longe e agora decide simplesmente me abraçar.
Quando eu posso tocar tudo que desejo, como então eu devo me sentir?
Talvez meu coração devesse disparar nos beijos mais apaixonados.
E mesmo com adrenalina no corpo, que me falte a respiração e as palavras me fujam.
Talvez o amor venha para apagar todas as tristezas do passado, lavar a minha alma. Dar as mãos comigo e voar, ir mais longe...
O amor só quer se casar comigo no domingo para que a semana inteira sempre seja uma lua de mel. 

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Situações drásticas requerem medidas desesperadas

Nunca vi uma mulher ser normal após o término do namoro.
Nunca vi ela agir normalmente com o ex, ou deixar seus sentimentos controlados quanto ao assunto.
A verdade é que nós enlouquecemos por um bom tempo. Fazemos coisas que não fazíamos normalmente e tentamos construir paredes de outros sentimentos para barrar nosso passado.
Superar o ex, superar o vício, encontrar novos vícios, encontrar novas maneiras de viver. Na realidade nos primeiros meses apenas sobrevivemos, mas quando a gente supera e entende que passado é só uma lembrança, aí sim a festa começa: bem-vindos a uma nova vida.